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Malefícios do aspartame: Tudo sobre os efeitos deste controverso adoçante

Há diversos tipos de açúcares disponíveis no mercado e o aspartame é um deles. Embora tenha um nome um tanto estranho, ele está presente em boa parte da alimentação dos brasileiros.

Por sua vez, o aspartame é considerado um adoçante sintético, sendo 200 vezes mais doce que o próprio açúcar refinado branco. A grande vantagem de utilizar este tipo de adoçante é o seu poder “emagrecedor”. A palavra está em aspas, pois, ao mesmo tempo em que ele não promove o ganho de peso, o mesmo pode ser prejudicial à saúde.

O aspartame está presente em produtos industrializados, tais como biscoitos, bolos, chicletes, refrigerantes zero, dentre outros alimentos comuns.

É por essa razão que as pessoas que seguem uma alimentação saudável, livre de açúcares, também não estão completamente imunes a esse mal. Ou seja, as pessoas trocam a ingestão do açúcar comum, pelos adoçantes artificiais e produtos dietéticos.

Apesar de ajudar em uma diminuição de calorias diária, os mesmos podem implicar a saúde.

Por conta disso, produzimos este conteúdo exclusivo com tudo o que você ainda não sabia sobre o aspartame. Continue com a leitura deste artigo e fique por dentro de todos os detalhes.

Produção de aspartame

O tema acerca dos malefícios do aspartame ainda é bastante controverso, pois divide muitas opiniões de cientistas, nutricionistas e estudiosos da área.

A grande polêmica já existe há anos e, depois de alguns estudos concisos, o que foi indicado é que a substância, hoje usada na fabricação de diversos produtos alimentícios, pode causar muitos problemas ao organismo, porém continua sendo veementemente usada.

Estudiosos indicam que os problemas implicados pelo consumo indiscriminado de aspartame são lentos, bem como silenciosos. Entretanto, na maioria dos casos, eles podem afetar áreas como o cérebro e os rins, proporcionando o risco do desenvolvimento de várias doenças graves no corpo humano.

aspartame

O aspartame é uma substância feita em laboratório e amplamente composta por ácido aspártico, fenilalanina e metanol, que conhecemos de forma mais semelhante à maneira de adoçantes artificiais, mas que também é usada na fabricação de vários comestíveis industrializados, principalmente os que têm classificações como light e diet na embalagem.

Aspartame: a descoberta

O composto foi desenvolvimento a partir de um acidente químico cometido por James Schlatter, em meados de 1965, quando que, por um acaso, o cientista sujou a ponta do dedo indicador com uma espécie de pó branco desconhecido – até o suposto momento. Algum tempo depois, naquele mesmo dia, Schlatter resolveu ler um livro e, ao folhear as páginas do exemplar, uma delas ficou presa na outra.

Sendo assim, para soltá-la, ele lambeu a ponta do mesmo dedo e, quando descobriu o sabor completamente adocicado daquele resíduo branco, originou-se, o que conhecemos hoje, o aspartame.

Depois disso, a substância passou a ser usada na fabricação de uma série de produtos presentes na indústria alimentícia e, atualmente, depois de mais de 50 anos, ainda são controversos os efeitos da substância no corpo humano, embora o sabor e aparência do produto sejam agradáveis.

Malefícios do aspartame

O grande problema, de acordo com a maioria das pesquisas em torno da substância, é que o aspartame, quando exposto a uma temperatura igual ou maior que 30ºC, é capaz de transformar o metanol – composto em sua fórmula, bem como ácido fórmico e formal, duas neurotoxinas que promovem a morte das células.

Tomando como base o fato de que o corpo de o corpo humano tem uma temperatura normal de 37ºC, é possível que, ao consumir a substância, a mesma faça essa transformação e implique gravemente a saúde do ser humano, promovendo alguns problemas neurológicos e até renais que, se não forem diagnosticados previamente, podem ser irreversíveis, levando a estados de cuidados extremos.

É por conta disso que o aspartame demorou muitos anos para ser liberado pela FDA (Foods and Drugs Administration – Administração dos Alimentos e dos Medicinais) que, ainda assim, adiou tal aprovação até 1981, 20 anos depois que o adoçante foi descoberto.

Para ser aprovada, a substância precisou passar por exames laboratoriais que apontaram convulsões e tumores cerebrais em animais. Somente após isso que o aspartame foi liberado para ser comercializado.

Neste contexto, ela foi produzida pela empresa multinacional Monsanto, a mesma produtora de herbicidas, substâncias transgênicas, assim como a que desenvolveu o famigerado Agente Laranja para a guerra do Vietnã.

Com essa credencial, está explicado o porquê demorou tanto a aprovação do aspartame pela FDA.

Partindo desse pressuposto, no ano de 1981, logo após a troca da diretoria da empresa e, ainda, do presidente dos Estados Unidos da América, que passou a ser o cargo de Ronald Reagan, amigo íntimo da nova equipe que estava à frente da Monsanto, a substância foi aprovada e liberada sem nenhum precedente.

Cabe ressaltar que o ácido aspártico presente no aspartame é rico em excitotoxinas que podem – em grandes quantidades – resultar na morte das células que fazem parte da bainha de mielina das fibras nervosas do corpo humano, implicando em uma ação deletéria nos neurônios e causando problemas graves ao organismo.

Deste modo, quando consumido em forma líquida, o problema tende a se agravar, como no caso de refrigerantes light e diets. Neste sentido, ele pode ser absorvido com muito mais rapidez e cair na corrente sanguínea da mesma forma, aumentando os riscos à saúde.

Quais são os seus malefícios à saúde?

De acordo com especialistas, o consumo indiscriminado de aspartame pode resultar no seguintes problemas:

  • Artrite;
  • Dores abdominais;
  • Ataques de ansiedade;
  • Câncer no cérebro (comprovado ainda em estudos em animais antes da aprovação);
  • Inchaços causados por retenção líquida;
  • Asma;
  • Reações asmáticas;
  • Problemas com os níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia ou hiperglicemia);
  • Dificuldades respiratórias;
  • Ardor nos olhos e na garganta;
  • Ardor nas vias urinárias;
  • Estado de confusão mental;
  • Dificuldade de raciocínio lógico;
  • Depressão;
  • Dores na caixa torácica;
  • Tosse crônica;
  • Afadigamento crônico;
  • Morte;
  • Sede ou fome excessiva;
  • Diarreias;
  • Tonturas;
  • Afadigamento;
  • Distorção da realidade;
  • Avermelhamento do rosto;
  • Perda (calvície) ou adelgaçamento dos cabelos;
  • Dores de cabeça/cefaleias/enxaqueca;
  • Hipertensão (pressão alta);
  • Perda da capacidade auditiva;
  • Palpitações;
  • Urticária;
  • Impotência e outros problemas sexuais;
  • Dificuldade de concentração;
  • Predisposição à infecções;
  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Pruridos;
  • Dores nas juntas;
  • Laringite;
  • Brancos na memória;
  • Mudanças de personalidade;
  • Perda de memória;
  • Problemas e mudanças no ciclo menstrual;
  • Espasmos musculares;
  • Náuseas e vômitos;
  • Formigamento e dormência das extremidades;
  • Reações alérgicas e similares;
  • Ataques de pânico;
  • Fobias;
  • Redução da memória;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Reações cutâneas;
  • Convulsões;
  • Dificuldade de pronúncia;
  • Dores ao engolir;
  • Taquicardia;
  • Tremores;
  • Tinitus;
  • Vertigens;
  • Perda da vista;
  • Aumento de peso.

Assim sendo, antes de utilizar o aspartame nas suas bebidas e preparações, busque orientação de um médico, bem como nutricionista qualificado. A partir disso, o consumo será muito mais seguro e adequado à sua rotina.

O QC Saúde tem caráter totalmente informativo, não recomendamos que você faça nenhum tipo de procedimento ou uso de medicação sem antes consultar um médico especialista.

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